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Como funciona uma avaliação quiroprática completa na Corpo & Coluna

  • Foto do escritor: Marcela Petry
    Marcela Petry
  • 29 de jan.
  • 3 min de leitura

A avaliação do quiropraxista vai muito além de “onde dói”

Na avaliação quiroprática completa da Corpo & Coluna, o primeiro passo não é o ajuste, é entender tudo o que o corpo está comunicando através da dor.

A dor é apenas o sinal final de um processo. Por isso, antes de qualquer procedimento, realizamos uma investigação clínica detalhada.



Analise de ressonancia magnética

1) Entendendo a dor: quando, como e por quê ela aparece

O início da avaliação é uma escuta clínica aprofundada. Investigamos:


  • Há quanto tempo a dor existe

  • Frequência e intensidade

  • Situações em que ela aparece ou piora

  • O que melhora os sintomas

  • Tipo de dor (pontada, peso, queimação, irradiação)

  • Outras dores associadas

Essas informações ajudam a identificar padrões de sobrecarga, compensação e possível origem do problema.


2) Histórico de uso do corpo ao longo dos anos


Em seguida, analisamos como esse corpo foi usado ao longo da vida.

Isso inclui:

  • Movimentos repetitivos unilaterais

  • Traumas, quedas e acidentes

  • Prática de esportes de alto rendimento

  • Sedentarismo ou longos períodos em posturas sustentadas


O corpo é altamente adaptável. Sempre que um movimento ou postura se repete, o sistema nervoso entende aquilo como “normal” e inicia um processo adaptativo.


Quando essas adaptações acontecem de forma desigual, como:

  • Cruzar sempre a mesma perna

  • Dormir sempre com o rosto para o mesmo lado

  • Usar mais um lado do corpo do que o outro


A mecânica corporal passa a funcionar de forma assimétrica, gerando compensações articulares e musculares.


3) Histórico de saúde e definição da melhor técnica


Outro ponto essencial da avaliação quiroprática completa é entender o histórico de saúde geral do paciente.

Modelo Hérnia de Disco - quiropraxia

Isso é fundamental para:

  • Identificar possíveis contraindicações

  • Escolher as técnicas mais seguras

  • Definir quais regiões da coluna podem ou não ser ajustadas

  • Personalizar o tratamento


Cada corpo responde de forma diferente, e a técnica utilizada deve respeitar essa individualidade.


4) Necessidade futura de uso do corpo


Além do passado, analisamos o futuro funcional daquele corpo.

Por exemplo:

  • Um cirurgião que permanece de 10 a 15 horas por dia operando na mesma posição

  • Um atleta de alto rendimento que realiza movimentos repetitivos em alta intensidade


Nem sempre as atividades do dia a dia são “ideais” para a coluna. Por isso, o tratamento precisa preparar o corpo para funcionar melhor dentro da realidade daquele paciente, reduzindo riscos e melhorando desempenho e resistência.


5) Análise física: o corpo em movimento


Após a conversa clínica, realizamos uma avaliação física completa, observando:

  • Curvaturas da coluna

  • Padrões posturais

  • Regiões de maior tensão muscular

  • Movimentos que provocam dor ou limitação


Aqui, o corpo é colocado em movimento para confirmar, na prática, aquilo que já foi identificado na anamnese.


6) Testes ortopédicos e neurológicos (quando necessário)

Q

uando indicado, realizamos testes específicos para:

  • Descartar alterações vasculares

  • Avaliar possível compressão neural ou radicular

  • Investigar instabilidade segmentar da coluna

Esses testes aumentam a segurança clínica e direcionam a conduta terapêutica correta.



7) Palpação e análise do movimento articular


Na palpação quiroprática, cada articulação da coluna é cuidadosamente avaliada.

O objetivo é identificar:

  • Perda de mobilidade

  • Alterações no padrão de movimento

  • Regiões com restrição articular

Somente após essa análise detalhada é que os ajustes quiropráticos são realizados.



8) Técnicas complementares quando indicadas


Além dos ajustes, o tratamento pode incluir:

  • Liberação miofascial

  • Técnicas de tração

  • Aplicação de kinesio tape

Tudo é definido com base na avaliação individual e nas necessidades específicas daquele corpo.



Avaliar bem é tratar melhor

Na Corpo e Coluna, nenhum procedimento é feito sem antes compreender profundamente o corpo do paciente.


A avaliação quiroprática completa é o que garante:

  • Segurança

  • Precisão

  • Eficácia

  • Resultados mais duradouros


Cada técnica só é aplicada depois de entendermos a dor, o histórico, o uso do corpo e a melhor estratégia terapêutica para cada pessoa.


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